Nos últimos meses mergulhei em um universo de ferramentas, IA, automações e tudo aquilo que promete “resolver a sua dor em segundos”.
E, sinceramente? Cada dia surge uma nova solução. Uma para um problema específico, outra para automatizar um fluxo, outra para gerar relatórios… e por aí vai.
O problema é que, no meio dessa enxurrada, acontece algo muito comum:
eu começo pesquisando uma ferramenta para um objetivo claro e, quando percebo, já estou olhando outras cinco — e nem lembro mais qual era o propósito inicial.
Depois de estudos, cursos, workshops e outros , caiu a ficha:
não é sobre a ferramenta.
É sobre o processo.
Antes de sair instalando, assinando e testando tudo o que aparece, a gente precisa fazer o básico (que, na verdade, é o mais importante):
- entender o processo de ponta a ponta
- escrever o que queremos resolver
- definir objetivos reais
- documentar
- testar
- validar
Só depois disso tudo faz sentido escolher uma ferramenta — e aí sim ela vira solução, não distração.
Porque no fim das contas, existe uma verdade simples:
a ferramenta não organiza o caos.
Ela só amplifica.
Quando o processo está claro, qualquer ferramenta serve.
Quando o processo é confuso, nenhuma ferramenta dá conta.
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